BABÁ POR UMA NOITE

FLÁVIA

LÍNGUA PORTUGUESA – ORTOGRAFIA

Não tor☺am o nari☺! Pode bem aconte☺er que seus pais se au☺entem, dei☺ando-o tomar conta do irmão☺inho ca☺ula. Você ☺aberia como a☺ir? Não duvidamos, pois ☺ertamente os seus pais fi☺eram-lhe todas as advertên☺ias  ne☺essárias… por e☺emplo:

1º – preste aten☺ão para que o pera☺tinha não che☺☺e  perto dos fogões e a☺☺e☺dores  a  gá☺ e que não bri☺que  com fósfo☺os;

2º – não o dei☺e  colocar pequenos objetos na boca, como botões, moedas, dedais, etc;

3º – não dei☺e  ao  alcan☺e  de sua mão frascos de  co☺primidos  etc., ne☺  ga☺☺afas;

4º – não o dei☺e  me☺er  em  i☺te☺☺uptores  de  lu☺ ou tomadas elétricas;

5º – se qui☺er distraí-lo recortando figu☺as,  fa☺a-o com  te☺ouras de po☺tas  a☺☺edondadas;

6ª – e☺tretenha-o  co☺tando  ☺istorinhas  de fadas… nem que você tenha de inventar!

☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺☺

1 – O texto acima apresenta algumas palavras incompletas. Copie o texto em seu caderno, completando as palavras com as letras corretas.

2 – Retire do texto palavras com as seguintes letras e escreva-as no seu caderno:

a – com C antes de E ou I:

b – com C antes de A, O ou U:

c – com G antes de E ou I:

d – com G antes de A, O ou U:

e – com L no início de sílaba ou palavra:

f – com L no final de sílaba ou de palavra:

g – com S com som de Z:

h – com S no início de palavra:

i – com S no meio de palavra e seguido de consoante:

j – com Z no meio de palavra e entre vogais

l – com Z no final de palavra

LENDA ÁRABE

Malba Tahan

Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, um determinado ponto, discutiram e um deles acabou sendo esbofeteado. O ofendido escreveu então na areia.

“Hoje, meu melhor amigo me bateu no rosto”.

Seguiram viagem e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. Não demorou muito e o que havia sido esbofeteado começou a afogar-se, mas foi prontamente salvo pelo companheiro. Tão logo recuperou-se, pegou a adaga e escreveu numa pedra:

“Hoje, meu melhor amigo salvou-me a vida”.

Intrigado, o outro perguntou:

“Porque, depois que te bati, você escreveu na areia e agora escreve na pedra?”

Ao que outro respondeu:

“Quando um amigo nos ofende, devemos registrar o fato na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam logo de apagar. Contudo, quando nos fazem algo grandioso, devemos gravar a ocorrência em local indestrutível, onde vento nenhum do mundo pode desmanchar”.

 

A CORRIDA DOS SAPINHOS

Autor desconhecido

Era uma vez uma corrida… de sapinhos !
O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia, no local, uma multidão assistindo.
Muita gente para vibrar e torcer por eles.

Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: “Que pena !!! Esses sapinhos não vão conseguir. Não vão conseguir.”
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo.

A multidão continuava gritando :
“…que pena !!! Vocês não vão conseguir.!”
E os sapinhos estavam mesmo desistindo um por um – menos aquele sapinho que continuava tranqüilo… embora cada vez mais ofegante.

Já ao final da competição, todos desistiram – menos ele.
E não é que ele CONSEGUIU !!!!!!
A curiosidade tomou conta de todos.
Queriam saber o que tinha acontecido…
E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram… que ele era surdo!!!!!!

 

A MALA DE VIAGEM

(Extraído do livro “Psycho-Pictography”, de Vernon Howard.)

Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.

Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: “Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?”

“É estranho”, respondeu o viajante, “mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.” Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.

Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: ‘Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?”

“Estou contente que me tenha feito essa pergunta”, disse o viajante, “porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.” Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.

Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal. Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?

Não.

Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado. Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas!

O que são algumas dessas cargas que pesam na mente de um homem e que roubam as suas energias?

  1. Pensamentos negativos.
  2. Culpar e acusar outras pessoas.
  3. Pemitir que impressões tenebrosas descansem na mente.
  4. Carregar uma falsa carga de culpa por coisas que não poderiam ter evitado.
  5. Auto-piedade.
  6. Acreditar que não existe saída.

Todo mundo tem o seu tipo de carga especial, que rouba energia. Quanto mais cedo começarmos a descarregá-la, mais cedo nos sentiremos melhor e caminharemos mais levemente.