Texto meu guri para interpretação

abraço

Língua Portuguesa

Texto

O Meu Guri

Chico Buarque

Quando, seu moço, nasceu meu rebento

Não era o momento dele rebentar

Já foi nascendo com cara de fome

E eu não tinha nem nome pra lhe dar

Como fui levando, não sei lhe explicar

Fui assim levando ele a me levar

E na sua meninice ele um dia me disse

Que chegava lá

Olha aí

Olha aí

Olha aí, ai o meu guri, olha aí

Olha aí, é o meu guri

E ele chega

Chega suado e veloz do batente

E traz sempre um presente pra me encabular

Tanta corrente de ouro, seu moço

Que haja pescoço pra enfiar

Me trouxe uma bolsa já com tudo dentro

Chave, caderneta, terço e patuá

Um lenço e uma penca de documentos

Pra finalmente eu me identificar, olha aí

Olha aí, ai o meu guri, olha aí

Olha aí, é o meu guri

E ele chega

Chega no morro com o carregamento

Pulseira, cimento, relógio, pneu, gravador

Rezo até ele chegar cá no alto

Essa onda de assaltos tá um horror

Eu consolo ele, ele me consola

Boto ele no colo pra ele me ninar

De repente acordo, olho pro lado

E o danado já foi trabalhar, olha aí

Olha aí, ai o meu guri, olha aí

Olha aí, é o meu guri

E ele chega

Chega estampado, manchete, retrato

Com venda nos olhos, legenda e as iniciais

Eu não entendo essa gente, seu moço

Fazendo alvoroço demais

O guri no mato, acho que tá rindo

Acho que tá lindo de papo pro ar

Desde o começo, eu não disse, seu moço

Ele disse que chegava lá

Olha aí, olha aí

Olha aí, ai o meu guri, olha aí

Olha aí, é o meu guri

Vocabulário

guri:menino, garoto, criança

rebento:1. broto de uma flor; 2. resultado, produto, fruto; 3. filho

batente:trabalho de onde se tira o sustento; ganha-pão

encabular:tornar(-se) retraído, envergonhado, acanhado

patuá:espécie de amuleto para se livrar de malefícios

alvoroço:agitação, perturbação

Interpretação do Texto

  1. No texto música “O meu guri”, observamos a fala:

 

“Quando, seu moço, nasceu meu rebento…”

 

A. Quem seria o “seu moço” com quem o eu lírico “conversa”?

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B. Quais são as pistas presentes no texto que o levaram a essa conclusão?

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2. Qual sentimento se pode perceber através dos versos abaixo?

“Como fui levando não sei lhe explicar                                                                   Fui assim levando ele a me levar”

“Eu consolo ele, ele me consola”

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3. O que significa a expressão “disse que chegava lá”?

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4. Percebe-se, pelo início do texto, que o guri e sua mãe são pobres a ponto de não terem nem o que comer.

Com o desenrolar dos fatos, encontramos o guri presenteando sua mãe:

 

“Chega suado e veloz do batente

E traz sempre um presente pra me encabular

Tanta corrente de ouro, seu moço

Que haja pescoço pra enfiar”

 

Como isso se tornou possível?

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Também se percebe a total ignorância da mãe em relação às atividades realizadas pelo filho.

Indique uma passagem do texto em que essa ignorância dos fatos fique clara.

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4A. Qual o desfecho trágico para “o guri” do texto?

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4B. O que poderia ter provocado esse desfecho para a vida do guri?

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5. Identifique as figuras de linguagem.

Observação: As figuras de linguagem abaixo, subdividem-se em dois grupos:

Figuras de palavras:comparação, metáfora, catacrese, metonímia, sinestesia e perífrase (ou antonomásia).

 

Figuras de pensamento:antítese, apóstrofe, eufemismo, gradação, hipérbole, ironia, paradoxo e prosopopeia (ou personificação).

a. “Quando, seu moço, nasceu meu rebento”

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b. Para se viver, há de se sentir a morte.

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c. Os doces carinhos da mãe seriam suficientes para consolar o filho?

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d. “O tempo acaba o ano, o mês e a hora…” (Camões)

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e. No fim da conversa, a mulher voltou aos pedaços para casa.

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f. Peça a Deus que não encurte teus anos para que possa ultrapassar a juventude.

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g. “Devolva o Neruda que você me tomou e nunca leu.”(Chico Buarque e Francis Hime)

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h. Sob o pé da mesa estava o jornal.

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i. “Rios te correrão dos olhos, se chorares…” (Olavo Bilac)

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j. O guri permaneceu sentado, educadamente, enquanto a velha senhora tentava equilibrar-se no veículo em movimento.

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Substantivo Coletivo

As fêmeas e os filhotes de elefantes vivem em grupos de até trinta bichos, formando uma manada. Eles são muito unidos e, se um elefantinho se machuca, todos param, trazem comida e água e só partem quando ele estiver recuperado.

2 – Responda:

a) Que palavra, no texto, é sinônimo de  “conjunto de elefantes”?  _____________________________

  1. E essa palavra está no singular ou plural? ____________________________________________________

A palavra manada é um substantivo coletivo.


3 – Quer ver como você conhece muitos substantivos coletivos? Escreva como é chamado:
a) um conjunto de abelhas. ________________________________________________________

b) um conjunto de pessoas. ________________________________________________________

c)  um conjunto de flores. __________________________________________________________

d) um conjunto de alunos. _________________________________________________________

Substantivo coletivo é aquele que representa a ideia de vários seres da mesma espécie ou nomeia um conjunto de seres.

4 – Complete as frases com substantivos coletivos das palavras em destaque.
a) Mostrei meu ___________________________________________ de fotografias para a professora.

b)  Todas as ovelhas do ____________________________________________ foram tosquiadas.

c) Uma _____________________________________ de pessoas  foi vacinada contra a gripe.

d) A ___________________________________ de músicos de Ouro Preto fez muito sucesso.

e) As madeireiras estão derrubando muitas árvores da ________________________ Amazônica.

5  – No texto abaixo, os substantivos estão destacados. Pinte apenas os que forem coletivos.Os periquitos andam em bando e gostam de ficar perto uns dos outros.

Usar substantivos coletivos pode, muitas vezes, ajudar a evitar a repetição de palavras nos textos que escrevemos.

Sua ninhada nasce na época em que as plantas estão dando frutos, quando há comida para todos. Isso garante a barriguinha cheia dos filhotes.

alcateia — conjunto de lobos

alfabeto – de letras

arquipélago — de ilhas

atlas – de mapas

banda — de músicos

bando — de aves

batalhão — de soldados

biblioteca – de livros

boiada — de bois

cacho — de bananas, de uvas

cáfila – de camelos

caravana – de viajantes, de  peregrinos

cardume — de peixes

classe – de alunos, de estudantes

colmeia – de abelhas

constelação — de estrelas

cordilheira — de montanhas

coro – de vozes

dicionário – de palavras

discoteca – de discos

elenco — de atores, de artistas

enxame –de abelhas, de marimbondos

esquadra — de navios

esquadrilha — de aviões

estrofe – de versos

exército – de soldados

fauna – de animais de uma região

feixe – de lenha, de capim

flora – de plantas de uma região

frota — de ônibus

júri – de jurados

manada — de bois, de búfalos, de elefantes

matilha — de cães

molho — de chaves

multidão — de pessoas

ninhada — de pintos, de filhotes

nuvem – de gafanhotos

penca – de bananas

pilha – de pratos, de tijolos

pomar — de árvores frutíferas

quadrilha — de ladrões

rebanho — de ovelhas

réstia — de alhos, de cebolas

século — período de cem anos

time – de jogadores

tribo – de índios, de nativos

turma — de estudantes

vara — de porcos


Texto: Severino

Severino

Ana Maria Machado

Era uma vez um menino chamado Severino.

O menino Severino não tinha nada de mais, era um menino como muitos outros. Magrinho, levado, moreno e cabeludo.

A mãe dele brincava que ele também era “zoiúdo”, por causa dos olhos pretos de Severino, grandes e arregalados.

Severino era mesmo muito parecido com uma porção de outros meninos que a gente conhece.

A terra de Severino é que não era muito parecida com uma porção de outros lugares que a gente conhece.

Sabe por quê? É que lá quase nunca chovia. Por isso a terra era seca, cheia de poeira, tudo era amarelo…

Muitas árvores não tinham mais folhas.

Nem flores.

Nem frutas gostosas para a gente comer.

Tudo estava seco, até o riozinho.

E as pessoas iam ficando tristes.

Mas Severino não ficava triste. Ele era muito alegre e cheio de ideias.

Um dia, resolveu fazer uma surpresa para todo mundo.

Cismou que ia fazer chover. E perguntou:

  • Papai, como é que chove?

O pai disse que as nuvens guardam uma espécie de aguinha, que um dia cai e é a chuva, mas não sabia como é que isso acontece.

Então Severino viu umas nuvens lá no alto do céu e teve a ideia de falar com elas para chover. Começou a cantar:

  • Chove, chuva, chove sem parar…

Mas não choveu.

Severino achou que era porque as nuvens estavam tão altas que não ouviam.

Chamou todas as crianças. E cantaram:

— Tomara que chova três dias sem parar, oi!…

Mas não choveu.

Aí Severino resolveu mandar uma carta para as nuvens.

Mas ele não sabia escrever. Nem os amiguinhos dele.

Fizeram então uma porção de desenhos para mandar. Desenharam a terra seca, desenharam a chuva, desenharam a terra molhada, bonita com as plantas e os bichos bem felizes.


 

II – INTERPRETAÇÃO DO TEXTO


1. Complete:

a) Numere os parágrafos. Você encontrou ………….. parágrafos.

b) O título é …………………………………………………………………………

c) A autora é……………………………………………………………………….


2. Na história aparecem várias personagens. Qual delas é a principal?


3. No segundo parágrafo, o narrador fala de quatro características físicas de Severino. Quais são elas?


4. O narrador destaca os olhos de Severino.

a) Como são eles?


b) Por que a mãe o chamava de “zoiúdo”?


5. Na terra em que Severino vive “quase nunca chove”. Qual a consequência disso?


6. Se na terra em que Severino vive, chovesse bastante, como seria o lugar?


7. O fato de não chover provoca reações diferentes nas pessoas e em Severino. Elas ficavam tristes e Severino, alegre. Por quê?


8. A história de Severino giram torno de um problema. Qual?

9. Numa história, a personagem busca sempre uma forma para resolver o problema. O que Severino fez para tentar resolver esse problema?


10. Você conhece algum lugar o Brasil parecido com a terra do Severino?

11. Como é, na sua opinião, a vida das pessoas que convivem com o problema da seca?

12. Na região em que você mora, há problema de falta de chuva?

13. Numere as frases na seqüência correta, de acordo com o texto:

(     ) Nem frutas gostosas para a gente comer.
(     ) Era uma vez um menino chamado Severino.
(     ) A mãe dele brincava que ele também era “zoiúdo”…
(     ) Aí Severino resolveu mandar uma carta para as nuvens.
(     ) — Chove, chuva, chove sem parar…
(     ) Mas Severino não ficava triste. Ele era muito alegre e cheio de idéias.

14. Leia as frases e marque com um X a alternativa que tem o mesmo sentido (sinônimo) das palavras destacadas:


a) “Cismou que ia chover.”
(     ) ficar pensando (     ) meter na cabeça (     ) antipatizar

b) “Ele era muito alegre e cheio de idéias.”
(     ) feliz (     ) chateado (     ) aborrecido

c) “Tudo estava seco, até o riozinho.”
(     ) molhado (     ) úmido (     ) enxuto

15. Faça um desenho que mostre como a terra de Severino ficaria se chovesse.

Atividades em dupla

ATIVIDADES EM DUPLA   ( ___________________ )


1ª Etapa:

As frases abaixo foram retiradas de algumas produções de textos feitas por alunos. Elas apresentam erros ortográficos e/ou erros de concordância.

Reescreva-as na folha de linguagem, trocando informações com seu colega de dupla, de modo a torna-las corretas em todos os aspectos: ortográfico, acentuação, concordância, pontuação,…

Após, esse trabalho a professora irá corrigí-las na lousa para que vocês retirem todas as suas dúvidas.


1 – A floresta virgem,é onde tem árvores que numca foi esplorada.


2 – Por que as informações que aparecem é  igual aos dos livros.


3 – Na matas do Brasil avia vários animais que ficarão assustados com a derrubada da mata.


4 – os portugueses diseram: “ Felismente estamos sauvos, na terra”


5 – Os dois, branco e índio conversarão e os portugueses foi em bora  com a caravela e parecia que numca mais ia voutar.


6 – …das varias partes da mata surjia muintos índio.

2ª Etapa:


Agora que vocês já pensaram, discutiram e reescreveram as frases do 1 ao 6, sente-se sozinho e reescreva as frases 7 e 8, de acordo com o que já foi aprendido.

Você deverá:

          Corrigir as palavras escritas incorretas;

          Corrigir as frases com concordância errada;

          Acentuar as palavras corretamente quando necessário.

7 – … quando derrepente eles ouviu um barulinho e forão para as praia…


8 –  o marugo tinha que avisa eles; pegou uma bandera e foi balansçando la da gávea.

7 -__________________________________________________________________


8 – __________________________________________________________________

A Morte do Leiteiro

  Morte do Leiteiro
Carlos Drummond de Andrade
 

Há pouco leite no país,
é preciso entregá-lo cedo.
Há muita sede no país,
é preciso entregá-lo cedo.
Há no país uma legenda,
que ladrão se mata com tiro.

Então o moço que é leiteiro
de madrugada com sua lata
sai correndo e distribuindo
leite bom para gente ruim.
Sua lata, suas garrafas
e seus sapatos de borracha
vão dizendo aos homens no sono
que alguém acordou cedinho
e veio do último subúrbio
trazer o leite mais frio
e mais alvo da melhor vaca
para todos criarem força
na luta brava da cidade.

Na mão a garrafa branca
não tem tempo de dizer
as coisas que lhe atribuo
nem o moço leiteiro ignaro,
morador na Rua Namur,
empregado no entreposto,
com 21 anos de idade,
sabe lá o que seja impulso
de humana compreensão.
E já que tem pressa, o corpo
vai deixando à beira das casas
uma apenas mercadoria.

E como a porta dos fundos
também escondesse gente
que aspira ao pouco de leite
disponível em nosso tempo,
avancemos por esse beco,
peguemos o corredor,
depositemos o litro…
Sem fazer barulho, é claro,
que barulho nada resolve.

Meu leiteiro tão sutil
de passo maneiro e leve,
antes desliza que marcha.
É certo que algum rumor
sempre se faz: passo errado,
vaso de flor no caminho,
cão latindo por princípio,
ou um gato quizilento.
E há sempre um senhor que acorda,
resmunga e torna a dormir.

Mas este acordou em pânico
(ladrões infestam o bairro),
não quis saber de mais nada.
O revólver da gaveta
saltou para sua mão.
Ladrão? se pega com tiro.
Os tiros na madrugada
liquidaram meu leiteiro.
Se era noivo, se era virgem,
se era alegre, se era bom,
não sei,
é tarde para saber.

 

 

Mas o homem perdeu o sono
de todo, e foge pra rua.
Meu Deus, matei um inocente.
Bala que mata gatuno
também serve pra furtar
a vida de nosso irmão.
Quem quiser que chame médico,
polícia não bota a mão
neste filho de meu pai.
Está salva a propriedade.
A noite geral prossegue,  a manhã custa a chegar,
mas o leiteiro
estatelado, ao relento,
perdeu a pressa que tinha.


Da garrafa estilhaçada,
no ladrilho já sereno
escorre uma coisa espessa
que é leite, sangue… não sei.
Por entre objetos confusos,
mal redimidos da noite,
duas cores se procuram,
suavemente se tocam,
amorosamente se enlaçam,
formando um terceiro tom
a que chamamos aurora.

 

 

Análise da leitura


1. “Morte do leiteiro” é um poema de Carlos Drummond de Andrade, publicado em A Rosa do Povo (1945). O texto insere-se num quadro literário mais amplo, que abarca os anos 30 e 40, o qual impôs ao poeta a necessidade de posicionamento diante de acontecimentos como a expansão do fascismo e a Segunda Guerra Mundial, momento em que o Brasil e o mundo viviam em um clima de tensão. O título do livro é bastante expressivo, pois em suas páginas vê-se a marca de um escritor que vivenciou essa angústia e a eternizou, aliando crítica e estética. Afinal, o que seria “A Rosa do Povo”?

2. No poema, apresenta-se uma legenda: “[…] ladrão se mata com tiro”. O clichê apontado permanece em voga até os dias atuais. Comente pelo menos um caso semelhante e a permanência da legenda nos dias de hoje.


3. De acordo com a leitura do poema, aponte a contradição existente no fato de o leite entregue ser caracterizado como uma “pequena mercadoria”.


4. No verso “Sem fazer barulho, é claro / que barulho nada resolve” vê-se uma característica de Drummond, que não se envolveu em grandes revoluções. Sua luta era silenciosa, preferia o engajamento através das palavras. O verso estabelece ligação com um outro poema “A flor e a náusea”. Nele, também do livro A Rosa do Povo, o eu-lírico rompe com a realidade opressora ao mostrar que uma flor furou o asfalto e nasceu na rua, furando também o tédio, o nojo e o ódio.

         Como se vê, a batalha através da palavra é complexa. O que você pensa sobre os aspectos citados acima? Para você, as palavras realmente têm o poder de modificar a consciência de seu leitor? Se possível, dê exemplos a respeito de seu ponto de vista.


5. Nos versos “A noite geral prossegue, / a manhã custa a chegar”, reflita sobre as palavras noite e manhã. Elas foram empregadas em sentido literal ou têm uma representação mais profunda? O que elas podem caracterizar?

 

 

6a. Na última estrofe há uma personificação: o ladrilho está sereno. O adjetivo indica tranquilidade, abrandamento, isto é, após a agitação causada pela morte do leiteiro, as coisas parecem se reajustar. O que isso nos indica?


b. A aurora, indicadora do nascimento de um novo dia, da renovação da esperança, aqui adquire um aspecto negativo. Numa leitura mais abrangente, de acordo com o contexto histórico em que a obra foi produzida, que aspecto negativo seria esse?


7. Uma outra associação enriquecedora pode se dar por meio do diálogo com a crônica de Rubem Braga “O padeiro”. Pesquise e leia a crônica para discutirmos em nossa próxima aula.