A Sexualidade no Tempo

Por um mundo melhor
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Na Grécia antiga a sexualidade era tida como manifestações dos deuses. Sendo que cada elemento da natureza tinha um deus regente; podendo inclusive terem filhos com os mortais (homens e mulheres). Daí em diante, as situações se criaram conforme as necessidades da época: Em tempos em que as guerras eram constantes, as mulheres casavam-se ainda meninas, tendo em vista a necessidade de produção de homens (soldados) para as lutas. No Império Romano, os costumes tornaram-se liberais e a mulher se torna objeto; o sexo pode ser vendido e comprado – quando os senhores romanos vendiam as mulheres dos povos conquistados. Com a decadência do Império Romano e a chegada do Cristianismo, a Igreja faz a restauração dos costumes através de Cristo. Com cunho político e moralista, pregando a virgindade, monogamia… dogmas que persistem até hoje. Na década de 1960 o movimento Hippie traz profundas transformações ao comportamento sexual, conduzindo a liberação dos costumes e ao exercício da sexualidade vinculada a falta de responsabilidade. Nos dias atuais, a sexualidade se apresenta sob nova relação de poder determinado pela AIDS. Através da ótica da Educação Sexual, a sexualidade deve ser resgatada como manifestação de vida, que não poderá ser usada para coibir, destruir afetos e até pessoas.

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